"Então, ia ser o quê?"

(à espera do iphone 3g - 7/2008)

Nos últimos tempos tenho tido inúmeras experiências fracas enquanto consumidor.

Já pedi orçamentos e fiquei sem resposta, como cliente fui mal-atendido, o picheleiro que não apareceu, a comida que foi mal servida, etc... Ao falar com outras pessoas reparei que este tipo de experiências são comuns independentemente do serviço contratado ou estrato social de quem contrata, apesar de eu e muitos outros termo tambem ótimas experiências como consumidores.
O que me surpreende é que na atual conjuntura económica de mudança de hábitos de consumo e forma de investimento, as empresas e empresários não estejam (ultra) focados em prestar um serviço incrível.

Então se a maioria das pessoas está receosa e tende a poupar mais e medir melhor onde vai gastar o dinheiro, o que seria lógico é que quando um estabelecimento ou empresa conseguem ter um cliente dentro de portas, que lhe crie valor até à lua, para que ele fique completamente satisfeito, volte lá e diga aos amigos. Curiosamente, por vezes, vejo o exato oposto.

Quando estudo as empresas (de várias dimensões) que estão a crescer e ganhar quota de mercado, nacionais e internacionais, conseguimos reconhecer o padrão de cada vez mais quererem ter “raving fans”, ou seja, que os clientes estejam tão satisfeitos que se transformam em “fans brutais”.

É esta a estratégia da Apple ou da Google e eu até percebo que alguns empresários estejam a pensar: “Mas eu sei lá o que hei-de fazer!” e por isso aqui vão duas dicas que podem ser aplicáveis a 90% dos negócios.

Dica #1 - Atendimento fora-de-série
“Não há uma segunda oportunidade de criar uma boa primeira impressão”, por isso receba sempre MUITO bem o seu cliente. Sorriso, amabilidade, foco na solução, adaptabilidade ao estilo de cliente, rapidez e simpatia, etc... É fundamental, é a imagem de marca do negocio e talvez por ser tão simples, tão rapidamente nos esquecemos de o fazer!

Dica #2 - Foco no cliente
“Como é que eu posso criar mais valor no cliente”, deve ser a pergunta que está gravada na cabeça de TODOS os colaboradores. Perguntem aos consumidores o que eles querem mesmo, encontrem formas de o agradar sem ele estar à espera, surpreendam-no (positivamente), satisfaçam necessidades antes de elas existirem e terão pessoas a fazer filas à porta para poderem comprar coisas.

Chamo à atenção que nenhuma destas dicas é "Baixem o preço”, sendo que esta estratégia tambem pode ser necessária. Obviamente tenho de fazer uma analise da concorrência e do serviço que eles estão a prestar antes de o fazer, pois caso contrário posso estar simplesmente a assinar a minha falência por antecipação. Enquanto consumidor, tenho encontrado que sem estas duas dicas, em muitas situações eu prefiro pagar mais e ter melhor serviço.

Como posso aplicar esta "filosofia" se estiver a trabalhar por conta de outrem? Será que é possivel transformar o meu empregador num "raving fan" do meu trabalho?

Omeletes sem partir ovos...

“O que arde cura, o que aperta segura” era a frase que a minha mãe me dizia quando punha alcool etilico nas feridas abertas do joelho, cotovelo, canela, etc, do seu energético e um pouco estouvado filho (EU!). Posso dizer que este processo curava mesmo tanto como ardia... e ardia muito! :)

Lembro-me sempre desta frase sempre que um dos meus coachees atravessa a (quase inevitável) fase do “isto custa muito...”.

Esta é normalmente a fase em que a mudança começa a acontecer e aparecem as dúvidas, as interrogações; em que é preciso mais coragem para fazer escolhas e tomar decisões. Algumas pessoas nesta fase, fogem de si e dizem que não é a altura certa ou que agora não é o momento ideal, alguns esperam sinais divinos que lhes indiquem o que fazer e outros agarram em toda a sua força, em toda a sua coragem e tomam decisões.

Essas decisões podem ser de ficar no mesmo sítio ou de alterar, em qualquer dos casos, são escolhas conscientes, ponderadas, atentas às condições e às paixões que os movem.

Como firme crente que sou no ser humano, sei que quando as pessoas tomam estas decisões inspiradas por uma visão maior, por um objetivo atrativo o suficiente e são suportadas por um peer group forte, elas vão encontrar maneira de as fazerem acontecer.

Mudar sem desafio e/ou desconforto é tão fácil como fazer omoletes sem partir os ovos...

Em que areas da tua vida estás com receio de tomar decisões?
Em que areas estás a sentir desconforto/desafio?

Gostavas de ter ajuda nestas decisões? Clica aqui para Coaching!

Mensagem Inspiradora 86!

Quanto mais amamos incondicionalmente, mais fácil fica a vida, maiores os amigos e mais felizes nós.
Ama.

Comércio "Tradicional" demais!

Texto originalmente postado por mim na YEN!

Numa noticia do Telejornal da RTP1 anunciava-se que Portugal era o país em que as vendas a retalho mais baixaram.
Um dos entrevistados diz: “Temos as mesmas pessoas, os mesmos custos, a mesma qualidade, a mesma oferta, só que os clientes não vêem...” Ora, onde estará parte da solução?

Num mundo em constante evolução, continuo a ver comércio tradicional muito parecido com o que via quando a minha mãe me levava pela mão a experimentar sapatos que não queria e roupa que não gostava!
Numa economia muito mais competitiva, não modificaram os horários, as decorações, as ofertas (não de preço) e principalmente (na maioria dos casos) não mudou o atendimento, que continua a ser rude, pouco polido, pouco comercial e interessado no cliente ou muitas vezes apenas a impingir...

Se quiser comprar uma camisa, posso escolher ir à baixa do Porto, apanhar trânsito, não ter onde estacionar ou pagar por estacionamento e chego à loja e ela já fechou pois está aberta quando eu estou a trabalhar! Se estiver aberta, eu pago (na melhor das hipóteses) o mesmo preço que pagaria ao ir a um shopping, recebo um atendimento (na melhor das hipóteses) igual ou escolho o shopping com dezenas de lugares grátis e disponibilidade de muitas outras lojas, restaurantes e horários muito mais flexiveis.

Eu sei que nem todos os comerciantes “tradicionais” se enquadram no que disse anteriormente e também sei que nem todos estão em dificuldades...

Será que há ligação?

Tens uma lâmpada mágica? Queres?


“Aladino esfregou a lâmpada e o génio saiu e disse: – Concedo-te 3 desejos!”

Enquanto Coach e Trainer já ajudei milhares de pessoas que entravam para o processo com esta ideia que tudo magicamente se ia resolver. Procuravam respostas e fórmulas para ter todos os seus desejos realizados num instante... Pois... não é assim que isto funciona!

Coaching é muito mais do que respostas... Da minha experiência ainda não encontrei respostas que “servissem” a todos ou em todas as situações. Por isso me atraiu tanto a área do Coaching e NeuroEstratégia, pois permitiu-me perceber que eu não funcionava primariamente com respostas e sim com perguntas. O meu cérebro tinha já as respostas e quando eu encontrava a forma correta de perguntar ele dava-me a solução!

Claro que, como a esmagadora maioria dos seres humanos, eu também fantasio e por vezes penso como seria ter já tudo aquilo que pudesse desejar... e rapidamente esboço um sorriso, pois sei que na minha vida, eu tenho neste momento o que verdadeiramente desejo, pois foi de facto aquilo em que me empenhei e arrisquei.

Como quero viver o que ensino, eu próprio tambem estou sempre à procura das melhores perguntas e das melhores pessoas a quem as fazer... Por isso podem contar comigo no evento do ano em Londres, o National Achievers Congress, que vai reunir Sir Richard Branson, Tony Robbins e mais uma dúzia de especialistas de topo.

Se alguém me quiser acompanhar ainda pode usufruir de condições especiais... é só clicar aqui.

Que perguntas andas a fazer ao teu cérebro?

Projeto TrocaSmart

Projeto TrocaSmart


Objetivo:

Proporcionar uma forma fácil de profissionais liberais e especialistas trocarem ideias, serviços e gerarem network.

Conceito:

Cansado de perder tempo com tarefas que não gosta, não tem habilidade e paciência e que retiram energia e disponibilidade para fazer o que o apaixona?

No TrocaSmart, profissionais de várias áreas de actuação disponibilizam parte do seu tempo para “trocarem” com outros e atribuem um valor por hora que servirá para negociarem com outros especialistas. Depois é so buscar o especialista que querem e acordarem.

Sem troca de dinheiro, valorizando “tempos mortos”, maximizando produtividade através da delegação de tarefas.

Quanto mais caro for “preço” que atribuem à vossa hora, menos “clientes” terão, pelo que faz sentido atribuir um valor real ao trabalho e que seja concorrencial na vossa area de actuação.

Não há fee de entrada, nem limites de utilização, pois o TrocaSmart pretende ser um espaço livre, de ajuda mútua, de interação forte, networking e influência.

A áreas principais que buscamos são contabilidade, apoio à gestão, marketing/publicidade e branding, web, social networking, design, coaching, personal assistant e press manager, sendo que apesar disto qualquer pessoa pode participar.

São todos muito bem-vindos.

Como participar:


Basta enviar mail com apresentação ou CV para trocasmart@gmail.com e serão contactados.


3 Dicas para Relacionamentos!


“Ele simplesmente não me percebe... parece que falo chinês!!”
“Sinto-me frustrado e zangado. Nunca está nada bem e não posso dizer nada! Se dou ideias, tenho de estar calado e se estou calado é porque não estou a ouvir!”

Há 3 desafios que assolam uma enormíssima percentagem da população mundial: Peso, Relacionamentos e Dinheiro.

Enquanto Coach e Trainer, já tive o privilégio de ajudar inúmeras pessoas nestas temáticas e quero partilhar 3 dicas simples que ajudam imenso numa relação. A comunicação é parte fundamental de uma relação e por vezes, embora exista amor e intimidade, a falha está na forma como as pessoas falam e (não) se percebem. É por isso que acredito que estas três dicas podem ajudar a que duas pessoas voltem a encontrar a paixão, compreensão e confiança que acredito serem a base de um relacionamento de sucesso.

Dica #1 – Assumir objetivos em comum
Acredito ser fundamental que qualquer relação tenha uma série de objetivos e metas comuns. Funcionam como azimute que ajudam nas pequenas e grandes decisões do dia-a-dia e principalmente dá um sentido de ligação ao casal que trabalha para um bem comum. Torna-se mais fácil partilhar tarefas, aceitar sugestões, trabalhar em conjunto e fazerem sacrifícios.

Dica #2 – Assumir a boa intenção
Quando entramos numa conversa partindo do pressuposto que a outra parte está a ser maldosa ou mal-intencionada, o nosso cérebro pode (e muitas vezes vai) toldar a nossa percepção da realidade para que esta ideia se torne realidade, o que dificulta (ou torna mesmo impossível) qualquer acordo, cedência ou mesmo uma simples conversa. Assumam o exato oposto e vejam o que acontece... Se estão com uma pessoa que amam e consideram, experimentem entrar em qualquer discussão ou conversa com a certeza disso e que essa mesma pessoa está altamente bem-intencionada. O efeito é brilhante e se depois se verificar que não está (ou esteve) pode agir na mesma... dar esse beneficio é muitas vezes essencial para a saudável resolução da situação.

Dica #3 – Assumir a responsabilidade da comunicação
“-Queres ter razão ou ser feliz?”
A resposta a esta pergunta é a diferença entre assumir ou não a responsabilidade pelos resultados da nossa comunicação. O que procuramos aqui é, principalmente, adoptar uma atitude de permanente aprendizagem e melhoria comum, procurando perceber qual a melhor forma de comunicar e transmitir mensagens e assumir que se a outra pessoa não percebeu o que queríamos, é porque ainda não estamos a comunicar de forma a que essa pessoa entenda. Esta pode ser a parte mais frustrante e por isso mesmo exige um compromisso forte de ambas as partes em o fazer e em melhorar a relação.

Usa e abusa destas dicas e dá uma verdadeira oportunidade à tua felicidade!

Conta aqui como resultou, ok?

Temos dentro de nós o maior poder do mundo: A Escolha! Atrevam-se a usá-lo!” – Ricardo Peixe