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Tens uma lâmpada mágica? Queres?


“Aladino esfregou a lâmpada e o génio saiu e disse: – Concedo-te 3 desejos!”

Enquanto Coach e Trainer já ajudei milhares de pessoas que entravam para o processo com esta ideia que tudo magicamente se ia resolver. Procuravam respostas e fórmulas para ter todos os seus desejos realizados num instante... Pois... não é assim que isto funciona!

Coaching é muito mais do que respostas... Da minha experiência ainda não encontrei respostas que “servissem” a todos ou em todas as situações. Por isso me atraiu tanto a área do Coaching e NeuroEstratégia, pois permitiu-me perceber que eu não funcionava primariamente com respostas e sim com perguntas. O meu cérebro tinha já as respostas e quando eu encontrava a forma correta de perguntar ele dava-me a solução!

Claro que, como a esmagadora maioria dos seres humanos, eu também fantasio e por vezes penso como seria ter já tudo aquilo que pudesse desejar... e rapidamente esboço um sorriso, pois sei que na minha vida, eu tenho neste momento o que verdadeiramente desejo, pois foi de facto aquilo em que me empenhei e arrisquei.

Como quero viver o que ensino, eu próprio tambem estou sempre à procura das melhores perguntas e das melhores pessoas a quem as fazer... Por isso podem contar comigo no evento do ano em Londres, o National Achievers Congress, que vai reunir Sir Richard Branson, Tony Robbins e mais uma dúzia de especialistas de topo.

Se alguém me quiser acompanhar ainda pode usufruir de condições especiais... é só clicar aqui.

Que perguntas andas a fazer ao teu cérebro?

Falas ou dás... o exemplo?

Quando se fala em comunicação, fala-se muitas vezes nas palavras, no conteúdo ou na energia e nem sempre se fala de congruência.

Congruência neste contexto significa o alinhamento e coerência, não só entre a comunicação verbal e não verbal como também entre a mensagem e a nossa conduta, estado e crenças/valores.

É a refutação do velho ditado: “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço” pelo menos se queremos provocar impacto nas outras pessoas, pois se elas não nos reconhecerem como exemplo do que estamos a dizer, obviamente o resultado que queremos produzir torna-se mais difícil. Ser o exemplo não significa que só podemos falar de algo em que somos os melhores do mundo e implica que quando defendemos uma posição, uma opinião, um comportamento, que nós estamos ativamente a implementa-lo.

Os exemplos disto são enormíssimos, desde o médico que diz ao paciente que deve deixar de fumar enquanto puxa de um cigarro, o pai que manda o filho comer a sopa, enquanto diz à mãe que não quer, ou o professor que adverte um aluno que chegou atrasado quando ele próprio não chegou a horas...

Como sou um firme crente no teste do bom senso, desafio-te a passares os próximos dias a avaliares o nível de congruência das pessoas com quem contactas, e já agora... o teu também!

Aceitas?