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"- Consigo mesmo ultrapassar isto?"

Numa sessão de coaching com um cliente, ele falava sobre a falta de confiança que sentia em determinadas situações. Apresentar projetos em reuniões, abordar alguns tipos de clientes e mesmo algumas reuniões familiares, eram algumas situações onde ele sentia ansiedade, aperto no estômago e uma sensação de grande desconforto.

Autoconfiança é um dos meus tópicos preferidos e até já criei dois programas para ajuda nesse tópico e através de algumas perguntas percebi que o desafio do meu coachee podia ser ultrapassado com um exercício que até é algo simples e que consiste em analisar a forma como fazemos uma emoção...

Na perspetiva da NeuroEstratégia, uma emoção é formada por uma série de pensamentos que se conjugam com uma fisiologia (forma de mover o corpo) e por isso o exercício que que fizemos foi simplesmente voltar a um momento onde ele tinha sentido uma mega autoconfiança e relembramos quais os pensamentos e como o nosso corpo estava a ser usado (como estavam os ombros, a cabeça, a respiração, o olhar, etc).

Depois de relembrarmos e apontarmos, imaginamos o que aconteceria se agíssemos e pensássemos dessa mesma forma numa daquelas situações em que nos sentíamos impotentes.
Depois foi só testar na prática... O impacto foi fantástico! A situação correu muito melhor, com o cliente a sentir-se super bem e através de algumas ferramentas adicionais, essa autoconfiança ficou bem firmada e pronta a ser posta em prática sempre que necessário.

Hoje em dia, o cliente fala com equipas, apresenta projetos e até já lidera uma unidade de negócio. O melhor de tudo (e mais importante) é que se sente bem e confiante para agir na esmagadora maioria das situações do dia-a-dia.
Sendo este cliente uma pessoa como eu e tu, será que este exercício podia funcionar para ti? E será que ele se adapta a mais emoções na tua vida? Partilha aqui a tua opinião, ok?

Falas ou dás... o exemplo?

Quando se fala em comunicação, fala-se muitas vezes nas palavras, no conteúdo ou na energia e nem sempre se fala de congruência.

Congruência neste contexto significa o alinhamento e coerência, não só entre a comunicação verbal e não verbal como também entre a mensagem e a nossa conduta, estado e crenças/valores.

É a refutação do velho ditado: “olha para o que eu digo, não olhes para o que eu faço” pelo menos se queremos provocar impacto nas outras pessoas, pois se elas não nos reconhecerem como exemplo do que estamos a dizer, obviamente o resultado que queremos produzir torna-se mais difícil. Ser o exemplo não significa que só podemos falar de algo em que somos os melhores do mundo e implica que quando defendemos uma posição, uma opinião, um comportamento, que nós estamos ativamente a implementa-lo.

Os exemplos disto são enormíssimos, desde o médico que diz ao paciente que deve deixar de fumar enquanto puxa de um cigarro, o pai que manda o filho comer a sopa, enquanto diz à mãe que não quer, ou o professor que adverte um aluno que chegou atrasado quando ele próprio não chegou a horas...

Como sou um firme crente no teste do bom senso, desafio-te a passares os próximos dias a avaliares o nível de congruência das pessoas com quem contactas, e já agora... o teu também!

Aceitas?

3 Segredos para ... Falhar!


Pessoal e profissionalmente, gosto de me focar em factores de sucesso, sendo que acredito que é também muito importante olharmos para o que não está a correr bem e retiramos daí aprendizagens que nos levem mais próximos das nossas metas. Por isso mesmo hoje quero partilhar 3 importantes passos que a maior parte de nós dá quando falha, tambem para que possamos melhorar e aumentar as nossas hipóteses de sucesso futuro.

Segredo #1
“Não procurar informação”
Muitas vezes com a ânsia de fazer alguma coisa, ou por achar que lemos um livro e ficamos peritos mundiais em algum assunto, não buscamos suficiente informação ao mercado. 80% de todos os negócios vão à falência nos primeiros dois anos, principalmente porque os empreendedores não se focaram em perguntar ao mercado o que queria e como o queria apostando tudo em produzir e vender o que eles achavam que era bom.
Ter informação sobre a nossa situação atual e conseguir informação sobre o sitio onde queremos ir ou a meta que queremos atingir, tem se mostrado fundamental para conseguir ter verdadeiro impacto.

Segredo #2
“Obter e aceitar informação errada”
Com jornais, revistas, tv, internet, avisos no telemóvel e anúncios por toda a parte é por vezes difícil definir o que é boa ou má informação. Com acesso tão liberalizado e sem critério de entrada podemos aceitar ou acreditar informação que vem toldada por interesses alheios ou simplesmente é produto de opiniões e não de estudo e experiência. É híper importante para a nossa “economia pessoal” procurar os verdadeiros especialistas e obter deles as dicas, notas e caminhos para o sucesso. Na minha opinião um verdadeiro especialista é aquele que está a produzir ou no caminho de conseguir as metas sobre as quais fala, excetuando obviamente, quando falamos de especialista de questões muito macro.

Segredo #3
“Não entrar em ação”
Depois de conseguirmos os dados que procurávamos está na altura de entrar em ação. Arregaçar as mangas, arriscar, criar valor, inovar e produzir, servir e vender, provocar o progresso e atingir as metas!
Conheço imensos crânios que, por simples medo de arriscar e dar o passo, desperdiçam valiosos recursos, ideias e dinheiro, nunca pondo em prática o que pregam e sabem.

Por forma a dar uma ajuda a quem verdadeiramente queira inverter esta espiral de fracasso e seguir rumo ao verdadeiro sucesso deixo aqui uma sugestão... o National Achievers Congress!


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