Quem tramou o Villas-Boas?


André Villas-Boas
Enquanto adepto de futebol e estudioso das estruturas do sucesso, o André Villas-Boas tinha tudo para ser simultaneamente uma historia emocionante e um poço de aprendizagens.
Enquanto treinador em Portugal e especialmente do Futebol Clube do Porto, ele aliava a paixão e ligação ao propósito da marca FCP à grande capacidade técnica e humana de liderar outros a darem o seu melhor.
Com estes factores ele conseguiu recordes e feitos grandiosos para o futebol português. E foi contratado para o Chelsea.
Nos “blues” orientou a equipa em 40 partidas, das quais não ganhou nem metade.
Então, o que aconteceu em Londres?
(leia o resto em tudomudou.com)

O Erro de Coelho!



No passado dia 13 de Outubro, o PM anunciou ao país uma série de medidas presentes no Orçamento de Estado 2012.
Compreendo que o tivesse feito através de uma comunicação solene ao país para dar uma veste de seriedade e gravidade ao momento, o que se provou ter sido o seu erro.
Se a intenção era que acabássemos de ouvir o discurso e ficássemos resolutos na certeza do resultado das medidas, tal não aconteceu, apesar de reunirem imensas opiniões académicas e científicas positivas.
Se a intenção era percebermos a inevitabilidade ... (lê o resto em tudomudou.com).

"Afinal o que é que fazes nesta empresa?"




Como empreendedor, encontro-me neste momento prestes a abrir uma empresa e por isso contactei vários fornecedores.
Contactei inúmeras empresas, nas areas da imprensa, marketing, publicidade, Web designing, automóveis, electrónica e informática, etc.
Nesta minha senda, descobri uma série de empresas incrivelmente profissionais, com ótimo foco no cliente, empenhadas em criar valor, em responder rápido e concretamente a solicitações e em prestar um serviço de topo. O que me surpreendeu é que esta foi uma pequeníssima maioria e (regra geral) não as grandes insígnias. Quando questionei ... (lê o resto em tudomudou.com)

A Verdade e Mentira das Estimativas



“PIB caiu 0,3% em relação a igual trimestre no ano transacto”
“Portugal irá sofrer uma baixa de 1,8% do PIB em 2012”
“FC Porto empatou 1-1 com o APOEL”

Das 3 frases acima indicadas apenas 2 são verdade. Consegue adivinhar quais?
Todas elas foram noticiadas por canais de referência e não foram inventadas pelos jornalistas (com imensa pena dos adeptos portistas), e por isso mesmo é que muitas pessoas acabam por encarar a frase do meio como sendo um facto também… Não é! Deixem-me repetir... (lê o resto em tudomudou.com)


Especialista em... Falhar!


Michael Jordan anuncia num anuncio famoso: “Falhei mais de 9000 cestos na minha carreira… perdi quase 300 jogos… 26 vezes me confiaram a bola para marcar o cesto da vitória e não consegui… falhei uma e outra e outra vez. Foi por isso que tive sucesso.”
No meu trabalho enquanto Coach de Alta Performance lido muitas vezes com a questão do “falhanço” e como superá-lo.
Da minha experiência, ao trabalhar com mais de 18.000 pessoas em eventos através da Life Training, ainda não conheci ninguém que não tivesse falhado em nada e que no momento da derrota não tenha sentido algum sentimento amargo (de maior ou menor intensidade) como tristeza, desânimo, frustração ou raiva. Como tenho a oportunidade de ajudar os resultados de atletas, empreendedores e quadros de topo, apercebi-me de algo que está espalhado por dezenas de livros… A questão não é se falhas, é...  (lê o resto em tudomudou.com)

"Olha que belo exemplo..."


“Olha para o que digo, não olhes para o que eu faço.”  Quem ouviu esta frase mais que 5 vezes na sua vida levante o braço…
Existem mais livros e teorias sobre liderança que tempo para os ler, sendo que quase todos falam, em alguma forma ou expressão, de liderar pelo exemplo.
Este facto é sobejamente conhecido, mas o que me surpreende mesmo é que alguns deles fazem parecer que é uma escolha que o líder pode tomar.
A minha opinião é que liderar pelo exemplo tem tanto de escolha como a lei da gravidade. Se decidir não aceitá-la e não abrir o paraquedas…The End.
O líder de uma equipa está permanentemente a ser observado pelos seus colaboradores e a maioria das vezes eles nem estão conscientes que o estão fazer… Da mesma forma que muito da nossa personalidade e valores vieram dos exemplos (paternais, familiares, amigos próximos, pessoas de influência) que tínhamos à nossa volta, também o colaborador de uma empresa observará os comportamentos e ações do líder, fazendo depois o seu julgamento. Quer gostemos ou não desta realidade, ela acontece e depois ...  (lê o resto em tudomudou.com)

Ser BOM não chega!

A situação económica mundial está a sofrer profundas alterações há 3 anos, com falências de instituições de referência, recessão de vários sectores de atividade, risco de incumprimento de nações e campanhas concertadas de fragilização de divisas.
(...)
Esta filosofia implica uma mudança profunda nos valores em que operam as organizações pois conhecer, servir e superar as expectativas do cliente passa a ser a verdadeira fundação... (leia o resto em tudomudou.com)

Como tornar-se indispensável!

Nos últimos 20 anos temos assistido em Portugal a um aumento da taxa de alfabetização e a uma oferta cada vez maior de pessoas com qualificações de ensino superior.


Enquanto alguns procuram na fútil (infrutífera e simplista) abordagem sindical a segurança no local de trabalho, há outros que estão focados em si próprios e em como podem cada vez mais melhorar a sua performance até se tornarem imprescindíveis... (lê o resto em tudomudou.com)

Programação de Mestre!



Um homem vivia à beira de uma estrada e vendia cachorros-quentes.
Não tinha rádio, não tinha televisão e nem lia jornais, mas produzia e vendia os melhores cachorros-quentes da região.
Preocupava-se com a divulgação do seu negócio e colocava cartazes pela estrada, oferecia o seu produto em voz alta e o povo comprava e gostava. 


As vendas foram aumentando e, cada vez mais ele comprava o melhor pão e as melhores salsichas.
Foi necessário também adquirir um fogão maior para atender a grande quantidade de fregueses.
O negócio prosperava... Os seus cachorros-quentes eram os melhores!


Com o dinheiro que ganhou conseguiu pagar uma boa escola ao filho.O miúdo cresceu e foi estudar Economia numa das melhores Faculdades do país. 
Finalmente, o filho já formado, voltou para casa, notou que o pai continuava com a vida de sempre, vendendo cachorros-quentes feitos com os melhores ingredientes e gastando dinheiro em cartazes, e teve uma séria conversa com o pai:
- Pai, não ouve rádio? Não vê televisão? Não lê os jornais? Há uma grande crise no mundo. A situação do nosso País é crítica. Há que economizar!
Depois de ouvir as considerações do filho Doutor, o pai pensou: Bem, se o meu filho que estudou Economia na melhor Faculdade, lê jornais, vê televisão e internet, e acha isto, então só pode ter razão!


Com medo da crise, o pai procurou um fornecedor de pão mais barato (e, é claro, pior).
Começou a comprar salsichas mais baratas (que eram, também, piores).
Para economizar, deixou de mandar fazer cartazes para colocar na estrada.
Abatido pela notícia da crise já não oferecia o seu produto em voz alta.


Tomadas essas 'providências', as vendas começaram a cair e foram caindo, caindo até chegarem a níveis insuportáveis..
O negócio de cachorros-quentes do homem, que antes gerava recursos... faliu.
O pai, triste, disse ao filho: - Estavas certo filho, nós estamos no meio de uma grande crise.


E comentou com os amigos, orgulhoso: - 'Bendita a hora em que pus o meu filho a estudar economia, ele é que me avisou da crise...'


"Quem procura, acha..."

“E agora já passou?”

Num espaço de poucos dias recebemos ótimas noticias sobre a baixa do desemprego, taxas de juro, união europeia, etc.
Quer dizer que a “crise” já passou? Já podemos abrir os olhos?

É engraçado como algumas noticias e indicadores podem substituir o melhor barómetro da nossa saúde financeira... cada um de NÓS!

Acredito que não só somos o nosso melhor barómetro como também somos a melhor ferramenta para melhorar os nossos resultados, pois a nossa reação a todas estas noticias vai determinar em grande parte a forma como eles nos afetam.

Como é que tem agido nos últimos 24 meses?
Com medo e não investindo em nada? Achando que o mundo está contra si e não há nada a fazer mais do que esperar o pior? Queixando-se no trabalho e em casa?
Ou tem melhorado as suas competências? Encontrou novas formas de rendimento? Fez um plano equilibrado entre poupança/investimento/consumo com especial enfoque na aprendizagem de novas ferramentas?

Acredito que a economia mundial está num estado em que todos aqueles que não estejam a criar enorme valor nos seus clientes vão ter enormes dificuldades e este novo paradigma aplica-se igualmente à relação entre colaboradores e empregador.
Que valor está a criar na sua empresa? É apenas mais um funcionário ou presta um serviço de tamanho valor que se torna indispensável?

Aqueles que o fazem atualmente, mesmo que a empresa feche terão sempre mais oportunidades e portas abertas e claro que eu tambem compreendo que nem sempre seja fácil fazê-lo, devido à especificidade da nossa função ou mesmo ao facto de não conhecermos o que pode fazer a diferença e nos sentirmos impotentes sequer para começar.

No fundo eu creio que é sempre difícil mas que nós merecemos fazê-lo e ao iniciá-lo estamos a garantir um futuro com mais possibilidades de sucesso e um presente com mais satisfação e auto-estima.

Aqui seguem algumas dicas para nos ajudar a começar:

1. Função
Quais os conhecimentos, ferramentas e técnicas mais importantes na sua função e como pode melhorá-los? Procure “melhores práticas” dentro do seu sector, reconheça quem são os colaboradores de topo a este nível na sua empresa, busque novos cursos, certificações e formações que lhe permitam melhorar a parte científica/técnica do seu trabalho. Seja o melhor (escreva aqui a sua função) que pode ser.

2. Desenvolvimento Pessoal
Que características pessoais pode desenvolver que o podem ajudar a atingir o sucesso e reconhecimento que merece? Busque não só os melhores exemplos que tiver à sua volta, como também a ajuda de um coach que com uma visão diferente da sua o vai ajudar a encontrar pontos de melhoria e a traçar um caminho para os atingir. Uma parte (ainda) muito descurada na sociedade atual é a que se refere às soft skills ou inteligência emocional.

3. Equipa
Presumo que faz parte das 98% das pessoas que trabalham com uma equipa e por isso sabe (ou vai perceber) que ela é fundamental para atingir resultados excepcionais de uma forma regular. Como são os seus skills de comunicação? Como compreende e se faz entender? Como serve a sua equipa e como é que os influencia a ajudarem-no?

4. Futuro
Para onde quer ir e o que precisa para lá chegar? Procure saber e treinar de antemão as características, técnicas e conhecimentos que vai necessitar na função ou resultado a que almeja. Preparação é meio caminho para o sucesso e quanto mais souber e treinar, mais fácil será ter performances de alto rendimento.

Tenho a firme convicção que apostando calma, focada e regularmente nestes 4 vectores, a sua performance no local de trabalho vai melhorar exponencialmente e vão começar a olhar para si não como mais um e sim como aquele a quem seguir. Da minha experiência a acompanhar milhares de processos de desenvolvimento pessoal/profissional, estar a cumprir este processo traz imensa satisfação pessoal, autoconfiança e uma certeza que o futuro será cada vez mais risonho.

Se tem dúvidas ainda, pergunte-se quantas pessoas conhece que o fazem regularmente... mesmo poucas certo?!

"Então, ia ser o quê?"

(à espera do iphone 3g - 7/2008)

Nos últimos tempos tenho tido inúmeras experiências fracas enquanto consumidor.

Já pedi orçamentos e fiquei sem resposta, como cliente fui mal-atendido, o picheleiro que não apareceu, a comida que foi mal servida, etc... Ao falar com outras pessoas reparei que este tipo de experiências são comuns independentemente do serviço contratado ou estrato social de quem contrata, apesar de eu e muitos outros termo tambem ótimas experiências como consumidores.
O que me surpreende é que na atual conjuntura económica de mudança de hábitos de consumo e forma de investimento, as empresas e empresários não estejam (ultra) focados em prestar um serviço incrível.

Então se a maioria das pessoas está receosa e tende a poupar mais e medir melhor onde vai gastar o dinheiro, o que seria lógico é que quando um estabelecimento ou empresa conseguem ter um cliente dentro de portas, que lhe crie valor até à lua, para que ele fique completamente satisfeito, volte lá e diga aos amigos. Curiosamente, por vezes, vejo o exato oposto.

Quando estudo as empresas (de várias dimensões) que estão a crescer e ganhar quota de mercado, nacionais e internacionais, conseguimos reconhecer o padrão de cada vez mais quererem ter “raving fans”, ou seja, que os clientes estejam tão satisfeitos que se transformam em “fans brutais”.

É esta a estratégia da Apple ou da Google e eu até percebo que alguns empresários estejam a pensar: “Mas eu sei lá o que hei-de fazer!” e por isso aqui vão duas dicas que podem ser aplicáveis a 90% dos negócios.

Dica #1 - Atendimento fora-de-série
“Não há uma segunda oportunidade de criar uma boa primeira impressão”, por isso receba sempre MUITO bem o seu cliente. Sorriso, amabilidade, foco na solução, adaptabilidade ao estilo de cliente, rapidez e simpatia, etc... É fundamental, é a imagem de marca do negocio e talvez por ser tão simples, tão rapidamente nos esquecemos de o fazer!

Dica #2 - Foco no cliente
“Como é que eu posso criar mais valor no cliente”, deve ser a pergunta que está gravada na cabeça de TODOS os colaboradores. Perguntem aos consumidores o que eles querem mesmo, encontrem formas de o agradar sem ele estar à espera, surpreendam-no (positivamente), satisfaçam necessidades antes de elas existirem e terão pessoas a fazer filas à porta para poderem comprar coisas.

Chamo à atenção que nenhuma destas dicas é "Baixem o preço”, sendo que esta estratégia tambem pode ser necessária. Obviamente tenho de fazer uma analise da concorrência e do serviço que eles estão a prestar antes de o fazer, pois caso contrário posso estar simplesmente a assinar a minha falência por antecipação. Enquanto consumidor, tenho encontrado que sem estas duas dicas, em muitas situações eu prefiro pagar mais e ter melhor serviço.

Como posso aplicar esta "filosofia" se estiver a trabalhar por conta de outrem? Será que é possivel transformar o meu empregador num "raving fan" do meu trabalho?

Omeletes sem partir ovos...

“O que arde cura, o que aperta segura” era a frase que a minha mãe me dizia quando punha alcool etilico nas feridas abertas do joelho, cotovelo, canela, etc, do seu energético e um pouco estouvado filho (EU!). Posso dizer que este processo curava mesmo tanto como ardia... e ardia muito! :)

Lembro-me sempre desta frase sempre que um dos meus coachees atravessa a (quase inevitável) fase do “isto custa muito...”.

Esta é normalmente a fase em que a mudança começa a acontecer e aparecem as dúvidas, as interrogações; em que é preciso mais coragem para fazer escolhas e tomar decisões. Algumas pessoas nesta fase, fogem de si e dizem que não é a altura certa ou que agora não é o momento ideal, alguns esperam sinais divinos que lhes indiquem o que fazer e outros agarram em toda a sua força, em toda a sua coragem e tomam decisões.

Essas decisões podem ser de ficar no mesmo sítio ou de alterar, em qualquer dos casos, são escolhas conscientes, ponderadas, atentas às condições e às paixões que os movem.

Como firme crente que sou no ser humano, sei que quando as pessoas tomam estas decisões inspiradas por uma visão maior, por um objetivo atrativo o suficiente e são suportadas por um peer group forte, elas vão encontrar maneira de as fazerem acontecer.

Mudar sem desafio e/ou desconforto é tão fácil como fazer omoletes sem partir os ovos...

Em que areas da tua vida estás com receio de tomar decisões?
Em que areas estás a sentir desconforto/desafio?

Gostavas de ter ajuda nestas decisões? Clica aqui para Coaching!

Mensagem Inspiradora 86!

Quanto mais amamos incondicionalmente, mais fácil fica a vida, maiores os amigos e mais felizes nós.
Ama.

Comércio "Tradicional" demais!

Texto originalmente postado por mim na YEN!

Numa noticia do Telejornal da RTP1 anunciava-se que Portugal era o país em que as vendas a retalho mais baixaram.
Um dos entrevistados diz: “Temos as mesmas pessoas, os mesmos custos, a mesma qualidade, a mesma oferta, só que os clientes não vêem...” Ora, onde estará parte da solução?

Num mundo em constante evolução, continuo a ver comércio tradicional muito parecido com o que via quando a minha mãe me levava pela mão a experimentar sapatos que não queria e roupa que não gostava!
Numa economia muito mais competitiva, não modificaram os horários, as decorações, as ofertas (não de preço) e principalmente (na maioria dos casos) não mudou o atendimento, que continua a ser rude, pouco polido, pouco comercial e interessado no cliente ou muitas vezes apenas a impingir...

Se quiser comprar uma camisa, posso escolher ir à baixa do Porto, apanhar trânsito, não ter onde estacionar ou pagar por estacionamento e chego à loja e ela já fechou pois está aberta quando eu estou a trabalhar! Se estiver aberta, eu pago (na melhor das hipóteses) o mesmo preço que pagaria ao ir a um shopping, recebo um atendimento (na melhor das hipóteses) igual ou escolho o shopping com dezenas de lugares grátis e disponibilidade de muitas outras lojas, restaurantes e horários muito mais flexiveis.

Eu sei que nem todos os comerciantes “tradicionais” se enquadram no que disse anteriormente e também sei que nem todos estão em dificuldades...

Será que há ligação?

Tens uma lâmpada mágica? Queres?


“Aladino esfregou a lâmpada e o génio saiu e disse: – Concedo-te 3 desejos!”

Enquanto Coach e Trainer já ajudei milhares de pessoas que entravam para o processo com esta ideia que tudo magicamente se ia resolver. Procuravam respostas e fórmulas para ter todos os seus desejos realizados num instante... Pois... não é assim que isto funciona!

Coaching é muito mais do que respostas... Da minha experiência ainda não encontrei respostas que “servissem” a todos ou em todas as situações. Por isso me atraiu tanto a área do Coaching e NeuroEstratégia, pois permitiu-me perceber que eu não funcionava primariamente com respostas e sim com perguntas. O meu cérebro tinha já as respostas e quando eu encontrava a forma correta de perguntar ele dava-me a solução!

Claro que, como a esmagadora maioria dos seres humanos, eu também fantasio e por vezes penso como seria ter já tudo aquilo que pudesse desejar... e rapidamente esboço um sorriso, pois sei que na minha vida, eu tenho neste momento o que verdadeiramente desejo, pois foi de facto aquilo em que me empenhei e arrisquei.

Como quero viver o que ensino, eu próprio tambem estou sempre à procura das melhores perguntas e das melhores pessoas a quem as fazer... Por isso podem contar comigo no evento do ano em Londres, o National Achievers Congress, que vai reunir Sir Richard Branson, Tony Robbins e mais uma dúzia de especialistas de topo.

Se alguém me quiser acompanhar ainda pode usufruir de condições especiais... é só clicar aqui.

Que perguntas andas a fazer ao teu cérebro?

Projeto TrocaSmart

Projeto TrocaSmart


Objetivo:

Proporcionar uma forma fácil de profissionais liberais e especialistas trocarem ideias, serviços e gerarem network.

Conceito:

Cansado de perder tempo com tarefas que não gosta, não tem habilidade e paciência e que retiram energia e disponibilidade para fazer o que o apaixona?

No TrocaSmart, profissionais de várias áreas de actuação disponibilizam parte do seu tempo para “trocarem” com outros e atribuem um valor por hora que servirá para negociarem com outros especialistas. Depois é so buscar o especialista que querem e acordarem.

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Quanto mais caro for “preço” que atribuem à vossa hora, menos “clientes” terão, pelo que faz sentido atribuir um valor real ao trabalho e que seja concorrencial na vossa area de actuação.

Não há fee de entrada, nem limites de utilização, pois o TrocaSmart pretende ser um espaço livre, de ajuda mútua, de interação forte, networking e influência.

A áreas principais que buscamos são contabilidade, apoio à gestão, marketing/publicidade e branding, web, social networking, design, coaching, personal assistant e press manager, sendo que apesar disto qualquer pessoa pode participar.

São todos muito bem-vindos.

Como participar:


Basta enviar mail com apresentação ou CV para trocasmart@gmail.com e serão contactados.


3 Dicas para Relacionamentos!


“Ele simplesmente não me percebe... parece que falo chinês!!”
“Sinto-me frustrado e zangado. Nunca está nada bem e não posso dizer nada! Se dou ideias, tenho de estar calado e se estou calado é porque não estou a ouvir!”

Há 3 desafios que assolam uma enormíssima percentagem da população mundial: Peso, Relacionamentos e Dinheiro.

Enquanto Coach e Trainer, já tive o privilégio de ajudar inúmeras pessoas nestas temáticas e quero partilhar 3 dicas simples que ajudam imenso numa relação. A comunicação é parte fundamental de uma relação e por vezes, embora exista amor e intimidade, a falha está na forma como as pessoas falam e (não) se percebem. É por isso que acredito que estas três dicas podem ajudar a que duas pessoas voltem a encontrar a paixão, compreensão e confiança que acredito serem a base de um relacionamento de sucesso.

Dica #1 – Assumir objetivos em comum
Acredito ser fundamental que qualquer relação tenha uma série de objetivos e metas comuns. Funcionam como azimute que ajudam nas pequenas e grandes decisões do dia-a-dia e principalmente dá um sentido de ligação ao casal que trabalha para um bem comum. Torna-se mais fácil partilhar tarefas, aceitar sugestões, trabalhar em conjunto e fazerem sacrifícios.

Dica #2 – Assumir a boa intenção
Quando entramos numa conversa partindo do pressuposto que a outra parte está a ser maldosa ou mal-intencionada, o nosso cérebro pode (e muitas vezes vai) toldar a nossa percepção da realidade para que esta ideia se torne realidade, o que dificulta (ou torna mesmo impossível) qualquer acordo, cedência ou mesmo uma simples conversa. Assumam o exato oposto e vejam o que acontece... Se estão com uma pessoa que amam e consideram, experimentem entrar em qualquer discussão ou conversa com a certeza disso e que essa mesma pessoa está altamente bem-intencionada. O efeito é brilhante e se depois se verificar que não está (ou esteve) pode agir na mesma... dar esse beneficio é muitas vezes essencial para a saudável resolução da situação.

Dica #3 – Assumir a responsabilidade da comunicação
“-Queres ter razão ou ser feliz?”
A resposta a esta pergunta é a diferença entre assumir ou não a responsabilidade pelos resultados da nossa comunicação. O que procuramos aqui é, principalmente, adoptar uma atitude de permanente aprendizagem e melhoria comum, procurando perceber qual a melhor forma de comunicar e transmitir mensagens e assumir que se a outra pessoa não percebeu o que queríamos, é porque ainda não estamos a comunicar de forma a que essa pessoa entenda. Esta pode ser a parte mais frustrante e por isso mesmo exige um compromisso forte de ambas as partes em o fazer e em melhorar a relação.

Usa e abusa destas dicas e dá uma verdadeira oportunidade à tua felicidade!

Conta aqui como resultou, ok?

“Temos dentro de nós o maior poder do mundo: A Escolha! Atrevam-se a usá-lo!” – Ricardo Peixe

"-Tenho tendências suicidas!”


Uma mulher de origem asiática com cerca de 50 anos, levanta-se de uma plateia de 3000 pessoas e afirma estar a pensar em pôr fim á própria vida. Depois de explicar a sua estória de vida, que envolvia, abandonos, desrespeito e traições, responde a perguntas aparentemente simples mas que a transportam para uma outra zona de pensamento, uma outra forma de pensar e começam a alterar a sua fisiologia e emoção! Em pouco menos de 60 minutos esta pessoa ganha, só com a utilização de perguntas poderosas por Anthony Robbins, uma característica essencial na vida...
Nos últimos 5 anos tenho tido o privilegio de fazer processos de coaching com atletas de alta performance, gestores, vendedores, donas de casa, quadros de topo, operários, investidores e comerciantes e verifiquei que caso esta característica não exista, a vida torna-se próximo de insuportável. Foi a principal causa da vitória de Obama nas eleições americanas e é um dos pilares filosóficos/teológicos e principalmente práticos a uma vida sã e recompensadora. Falo, como devem imaginar, de esperança ou (tecnicamente) de criar e acreditar em um futuro aliciante.
Qualquer que seja o nosso passado ou situação atual, criar um futuro aliciante é determinante para podermos acedermos a estados emocionais onde acedemos a recursos como motivação, alegria, paixão, fortaleza, e estes recursos tendem a ser fundamentais quando buscamos a felicidade e o sucesso profissional.
É esta a razão pela qual a maioria dos processo de coaching começa pela definição de metas futuras que sejam apaixonantes, pois elas são um driver essencial na nossa vida!
Qual é o teu futuro aliciante?

100 pessoas muito especiais!

Hoje atingimos os 100 subscritores... Pelos pegeviews eu sei que existem muito mais a seguirem regularmente este blog e quero agradecer a estas 100 pessoas que abertamente "dizem" que o seguem e o espalham pelos amigos.

Ao fazê-lo estão verdadeiramente a ajudar-me na minha missão de inspirar outros a serem mais felizes e por isso a todos os que o fazem, o meu sincero muito obrigado!

É um prazer servir e partilhar as minhas experiências!